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Câncer de próstata – Fatores de risco

O câncer de próstata é o segundo câncer mais comum em homens, perdendo apenas para os tumores de pele não melanoma.  Segundo dados do INCA estima se que em 2018 sejam diagnosticados 68220 casos novos de câncer de próstata, sendo o risco estimado de 66,12 casos novos para cada 100 mil homens.

Os principais fatores de risco relacionados ao câncer de próstata são: idade, etnia, fatores genéticos, historia familiar e hábitos de vida.

  • Idade: a idade é o fator de risco mais importante para o desenvolvimento do câncer de próstata, sua incidência aumenta com o passar do anos e raramente ocorre antes dos 40 anos.
  • Etnia: o câncer de próstata é mais comum em homens negros quando comparados com homens brancos ou de outras etnia. Nesses indivíduos o câncer de próstata ocorre em idade mais precoce e com mais agressividade.
  • História Familiar: homens que tiveram pai ou irmão com câncer de próstata antes dos 60 anos tem uma chance aumentada de desenvolver a doença quando comparado com a população geral.
  • Fatores Genéticos: algumas alterações genéticas como a mutação do BRCA2 ou síndrome de Lynch podem aumentar o risco de câncer de próstata em uma pequena porcentagem dos pacientes.
  • Hábitos de Vida: os estudos não são conclusivos ao relacionar o câncer de próstata a determinados hábitos de vida; porém acredita se que uma dieta com baixo índice de gordura animal e rica em vegetais e legumes seria um fator protetor. Outros estudos sugerem que homens obesos possuem maiores chances de desenvolver a doença.

 

Dra. Lilian Carrano de Albuquerque – CRM: 125.115

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O câncer de mama é  a principal causa de morte por câncer em mulheres  no Brasil

O câncer de mama é  a principal causa de morte por câncer em mulheres  no Brasil, quando diagnosticado precocemente as chances de cura ultrapassam 90% dos casos.

A  detecção da doença em suas fases iniciais propicia não só um aumento de sobrevida e possibilidade de cura, além de modalidades de tratamentos menos agressivas, minimizando os traumas físicos e psicológicos relacionados a terapêutica, e  um menor custo para o sistema de saúde.

A estratégia para o diagnostico do câncer de mama precoce é baseada nas recomendações do Ministério da Saude, de protocolos internacionais e de recomendações das sociedades médicas.

Primeiramente as mulheres devem estar atentas a qualquer alteração em seu corpo. Em relação ao câncer de mama os principais sinais são : aparecimento de nódulo ou caroço na mama ou axila,  mudança no formato do mamilo, pele avermelhada, irritada ou edemaciada e  saída de secreção pelo mamilo. Na presença de qualquer um desses sinais é importante procurar um médico para iniciar a investigação.

A recomendação de exames de rotina para o rastreamento do câncer de mama difere entre recomendações do ministério da saúde e das sociedades médicas e é baseado em fatores de risco para doença como idade, história pessoal e  familiar, presença de mutações genéticas.

A Sociedade Brasileira de Mastologia e a de Radiologia recomendam mamografia anual para todas as mulheres a partir dos 40 anos enquanto o Ministerio da Saude recomenda que a Mamografia seja realizada  na faixa etária dos  50 aos 69  e com periodicidade de 2 em 2 anos.

Mulheres com historia pessoal ou familiar de câncer de mama e ovário, predisposição genética como mutação do BRCA ou que realizaram radioterapia em região torácica devem realizar os exames mais precocemente .

A realização de exames não previne o aparecimento do câncer de mama;  porém é útil no diagnostico de um câncer em fase inicia reduzindo a morbimortalidade pela doença.

 

Fonte: Dra. Lilian Carrano de Albuquerque – CRM 125.115 SP

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Outubro Rosa: Câncer de mama – fatores de risco

O câncer de mama é o câncer mais frequente diagnosticado no mundo e lidera as causas de morte relacionadas ao câncer em mulheres.

Segundo dados do INCA estimam se 59700 casos novos de câncer de mama no
Brasil para o ano de 2018, com um risco estimado de 56,3 casos a cada 100 mil mulheres.

Os fatores de risco relacionados ao câncer de mama podem ser divididos em fatores que não podem ser modificados e fatores que são potencialmente modificáveis.

Os principais fatores de risco que não podem ser modificados são:

  • Sexo feminino: as mulheres têm 100 vezes mais chances de ter câncer de mama que os homens
  • Idade: o risco de câncer de mama aumenta com a Idade, tendo seu pico de incidência ao redor dos 55 anos
  • Etnia: mulheres brancas tem incidência aumentada de câncer de mama
  • Menarca precoce e menopausa tardia
  • Exposição a radiação ionizante previa no tórax
  • Lesões benignas da mama
  • Historia familiar e pessoal de câncer de mama ou presença de mutações genéticas como BRCA 1 ou BRCA 2: o risco pode ser aumentado pela numero de pessoas afetadas pelo câncer de mama na família e também pela idade do diagnostico inicial, além da presença de mutações genéticas.

Os principais fatores que são potencialmente modificáveis:

  • Obesidade: mulheres com IMC (índice de massa corpórea) aumentado tem uma maior propensão a desenvolver câncer de mama após a menopausa.
  • Atividade física: pessoas que praticam atividade física regularmente apresentam uma redução do risco de câncer de mama quando comparadas com pessoas sedentárias.
  • Álcool: o consumo de álcool aumenta o risco de câncer de mama
  • Terapia de Reposição hormonal
  • Idade do primeiro filho e nuliparidade: mulheres que tiveram o primeiro filho após os 30 anos de idade tem risco aumentado quando comparado com mulheres que tiveram filhos antes dos 20 ou 25 anos.
  • Amamentação: mulheres que amamentam por 12 meses tem uma redução 4,3% do risco de desenvolver câncer de mama.

A maioria dos fatores de risco relacionados ao câncer de mama não podem ser modificados, isto torna difícil o desenvolvimento de estratégias efetivas para redução da incidência, porém medidas que priorizem o diagnostico precoce pode modificar a mortalidade relacionada a doença.

Dra. Lilian Carrano de Albuquerque – CRM: 125.115 SP

Referências: NCCN guidelines

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INCA

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A importância dos cuidados orais no tratamento oncológico

A mucosite oral limita o tratamento do câncer e interfere no prognóstico de sua cura.

Por isso, seu tratamento é indispensável para o sucesso da terapia oncológica.

A manutenção da boa higiene oral, o controle da xerostomia (diminuição da saliva ) e o tratamento de infecções oportunistas, são essenciais para reduzir sua severidade.

O uso da Laserterapia profillática e terapêutica, associados a medicações de ação tópica, aceleram a cicatrização, ocasionando a diminuição da inflamação e da dor.

 

Dra. Juliana Brasil Arioli Nieto

CRO 71469

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Tabagismo e câncer

O tabaco é umas das principais causas de mortes evitáveis em todo mundo. Durante o século XX, aproximadamente cem milhões de pessoas faleceram devido ao seu consumo. A cada ano, cinco milhões de pessoas morrem por doenças relacionadas ao tabaco.

Na fumaça do cigarro há 7 mil compostos químicos, dentre eles 250 são sabidamente perigosos para a saúde, como cianeto de hidrogênio, monóxido de carbono e amônia.  Destes, 69 comprovadamente causam câncer, como por exemplo o benzeno, arsênico, níquel e cloreto de vinila. É importante ressaltar que muitas destas substâncias possuem efeitos desconhecidos no corpo humano, tornando-as ainda mais perigosas.

Sabe-se que grande parte das neoplasias são causadas por fatores ambientais modificáveis, sendo o tabagismo um destes fatores. A poluição, abuso de álcool, dieta pobre em frutas e vegetais, excesso de peso, sedentarismo, tabagismo e sexo desprotegido são outros exemplos de causas que podemos atuar a fim de diminuir a incidência de câncer na população.

O tabagismo ainda é uma das principais causas de câncer e isoladamente contribui para 21% do total de mortes por câncer no mundo. Aproximadamente metade dos tabagistas morre de causas relacionadas ao vício e as pessoas que fumam perdem em média 13 anos de suas vidas devido ao tabaco.

Quanto aos tipos de tumores causados pelo cigarro, estes são inúmeros. Alguns dos principais tumores são: colorretal, cabeça e pescoço, rim, pulmão, bexiga e estômago. Dentre estes, o câncer de pulmão e bexiga são os que têm grande associação com o hábito do tabagismo.

A cessação do vício traz benefícios imediatos, como melhora da capacidade cardiovascular e da qualidade de vida. Mesmo os pacientes em tratamento câncer são beneficiados quando interrompem o vício. O risco de morte diminui em 30 a 40%, o risco do câncer recorrer também diminui, assim como o surgimento de uma segunda neoplasia e a chance de que o paciente morra do câncer propriamente ou de outras causas. Além disso, há uma melhora na cicatrização de feridas e melhora na resposta à quimioterapia.

O indivíduo que para de fumar já apresenta benefícios em curto prazo. Estes benefícios surgem de horas a dia após a cessação do vício,  como por exemplo, a normalização da pressão arterial, frequência cardíaca, diminuição da tosse, melhora da função pulmonar e diminuição dos níveis de dióxido de carbono no sangue.

Nunca é tarde para interromper este vício tão maléfico à nossa saúde. Faça sua parte e incentive quem está próximo a você a parar de fumar.

 

Dr. Victor Andre de Almeida Zia – CRM: 151.458

Oncologista da CLINONCO

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Conheça 7 fatores que ajudam a prevenir o câncer

Estima se que anualmente 14 milhões de casos de câncer e 8 milhões de mortes por câncer ao redor do mundo.  Exames de screening e prevenção podem reduzir a mortalidade por detectar a doença em estágios iniciais ou prevenir a ocorrência novos casos, já que 50 % dos casos de câncer podem ser prevenidos.

Os principais fatores de risco relacionados ao desenvolvimento da doença oncológica são: tabagismo, alimentação não saudável e excesso de peso, ingestão de bebidas alcoólicas, exposição ambiental ao sol, radiação ou agentes cancerígenos e infecção.

O cigarro atua em múltiplas etapas da carcinogese e o habito de fumar implica no aumento da incidência de diversos tumores como câncer de pulmão, cavidade oral, laringe, faringe, esôfago, bexiga entre outros.

O controle do peso e a atividade física acima de 3,5 horas por semana diminui o numero de casos novos e a mortalidade por câncer e outras doenças cardiovasculares.

Uma dieta saudável rica em frutas, vegetais, grãos e cereais e com baixo consumo de gorduras, carne vermelha, carnes processados e embutidos como salsicha, linguiça e mortadela ; também é fator protetor para alguns tipos de câncer.  Evitar o consumo excessivo de bebidas alcoólicas também reduz o risco de câncer de fígado, orofaringe, esôfago, laringe e reto.

As infecções por vírus podem aumentar a chance de uma pessoa desenvolver um câncer, entre eles: Vírus da Hepatite B e C e o hepatocarcinoma, HPV e o câncer colo de útero de câncer de cabeça e pescoço, H. pilory e o câncer gástrico e o HIV e o sarcoma de Kaposi, sendo assim é importante a vacinação preconizada para Hepatite B e HPV e o uso de métodos anticoncepcionais de barreira.

O câncer de pele é o mais frequente de todos os casos de câncer registrados no Brasil e a principal causa da doença é a exposição solar nos horários de alta radiação, entre as 10 e 16 horas.

Para uma prevenção e um diagnostico precoce é importante: a prática de atividade física associado a uma alimentação saudável, evitando o excesso de peso e a obesidade; não fumar e limitar o consumo de bebidas alcoólicas, evitar exposição ao sol ou radiações e praticar sexo seguro; além de realizar os exames de rotina para câncer mama, colo de útero e intestino.

 

Fonte: Dra. Lilian Carrano de Albuquerque

 

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Alimentação saudável

 

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Dia das Mães

Todo ano comemoramos o dia das mães, mas a verdade é que todos os dias são um tanto o dia delas, ou de quem fez/faz essa função em nossas vidas.

Impossível pensar na existência do humano sem alguém que depreenda investimento, energia e amor. Não é possível a sobrevivência de cada um de nós, sem que esse vínculo primeiro seja estabelecido.

Atenção! Falamos aqui de mães ou de qualquer pessoa que exerça ao longo das nossas vidas essa função.

Os vínculos amorosos e saudáveis estão ancorados nesse primeiro contato! É ele que garante de forma satisfatória o bem viver!

Mães suficientemente boas nos livram de patologias e nos salvam da loucura. Se pensarmos em prevenção de doenças psíquicas, nada é mais eficaz do que mães amorosas.

Então devemos cada um de nós, festejar o dia daquela que nos investe diariamente e nos proporciona estarmos vivos e saudáveis.

 

Gabriela Malzyner

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Alimentação Saudável

ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

Ter uma alimentação saudável é muito diferente do que seguir as polêmicas “dietas da moda” que prometem milagrosas perdas de peso em um curto intervalo de tempo. Para manter a boa forma é necessário ter uma rotina que promova a saúde, dedicando-se desde a escolha correta dos alimentos até o comportamento que temos durante as refeições com nossos amigos e familiares.

Nas últimas edições de pesquisas sobre hábitos alimentares do Ministério da Saúde, revelou-se que mais da metade da população brasileira está acima do peso e não tem a prática de uma alimentação balanceada. Atualmente sabe-se que a quantidade necessária para uma alimentação saudável varia para cada organismo, já que é levado em consideração a altura, a idade, o peso, e a saúde de cada indivíduo, além das atividades físicas praticadas pelo mesmo. Portanto, a ingestão de nutrientes propiciada pela alimentação balanceada/equilibrada, é essencial para a boa saúde e qualidade de vida.

Ronaldo Sousa Oliveira Filho

 

 

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Práticas Integrativas e Complementares na prevenção do Câncer

A prevenção do câncer vem ganhando interesse crescente tanto dos profissionais da saúde e estudiosos da área como do público em geral. Ente as estratégias de prevenção estão ações cujo objetivo é evitar ou prevenir o aparecimento do câncer, voltando a atenção das pessoas para a saúde e não para a doença. Além disso, ênfase vem sendo dada a considerar a pessoa de forma integral.

A partir desta visão holística, novas modalidades de intervenções surgem, como é o caso das Terapias Integrativas e Complementares (PICs). Estas compreendem um grupo de práticas de atenção à saúde, não alopáticas que não devem substituir os tratamentos convencionais, e sim, serem integradas aos mesmos.

A Organização Mundial da Saúde vem estimulando o uso destas terapias de forma racional, segura, eficaz e com qualidade. No Brasil, o Ministério da Saúde divulgou as portarias de 2006, 2012 e deste ano – na qual foram acrescentadas dez novas práticas: apiterapia, aromaterapia, bioenergética, constelação familiar, cromoterapia, geoterapia, hipnoterapia, imposição de mãos, ozonioterapia, terapia de florais -, regulamentando e incentivando a integração da medicina convencional com as práticas complementares.

As portarias deixam espaço para que novas práticas complementares sejam incluídas a partir da comprovação de suas respectivas efetividades.

No cenário atual de saúde no Brasil, essas práticas vêm sendo cada vez mais utilizadas tanto para prevenir as doenças e promover a saúde como também nos tratamentos convencionais não só do câncer como também de outras tantas doenças.

 

Autoras: Dra. Maria da Glória Gonçalves Gimenes CRP 064167 e Dra. Loren Chermann CRP 107975

 

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Carnaval sem Camisinha, não dá

Atualmente cada vez mais pessoas, independente da idade, fazem sexo sem proteção, isto é, sem o uso de camisinha. Como consequência disso existe um aumento de casos de doenças sexualmente transmissíveis (DST) como o HPV, HIV, sífilis, gonorreia, herpes, hepatite B e C.

Algumas dessas DSTs estão relacionadas ao aumento do risco de desenvolvimento de determinados cânceres, como a infecção pelo HPV que é considerado o principal fator de risco para câncer de colo uterino, vulva, vagina, pênis, boca, garganta e ânus. Hoje em dia está disponível na rede publica de saúde, para crianças e adolescentes, uma vacina contra os principais tipos de HPV relacionados ao câncer, sendo uma boa forma de prevenção além do
sexo seguro.

Outra doença é HIV/AIDS que pode estar relacionado ao Sarcoma de Kaposi, um tipo de câncer que pode acometer a pele, mucosas e linfonodos e, em suas apresentações mais agressivas, as vísceras. Além da infecção pelos vírus da Hepatite B e C que levam ao aumento do risco de tumor do fígado.

Use sempre camisinha em todos os tipos de sexo (oral, anal e vaginal). Proteja-se !!

 

Autora: Dra. Alessandra Munhoz Comenalli Pontalti

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